Bom, demorei, mas enfim atualizei o blog. Sei lá, é meio chato atualizar isso aqui.
Bom, esta redação que posto hoje foi uma redação que fiz para duas amigas minhas, a Lia e a Isa (amo vocês, beijão). Trata-se do assunto "quem precisa saber escrever?". Abraços, comentem!
Obs.: não se espantem se os textos sempre ficarem meio "errados", tipo esse. É que eu ainda não consegui me acertar com essa droga de flog.
Culto português: questão de sensatez
Nos dias atuais, conforme se dá o avanço da tecnologia, algumas coisas acabam tornando-se pequenas e sem muita importância. O que, antigamente, poderia ser considerado indispensável à formação de um cidadão, como a correta forma da escrita, hoje em dia, acaba sendo uma exigência restrita apenas a pessoas consideradas inteligentes, cultas e intelectuais, devido às facilidades de uso de programas de computadores que, automaticamente, corrigem todo tipo de erro. E isso não é o pior.
Tome como exemplo uma pessoa que faz algum curso de inglês, em alguma escola de línguas estrangeiras. O que essa pessoa aprende é a correta utilização da língua inglesa escrita e falada, o que não condiz com a língua usual das ruas. Porém, há uma contradição nisso tudo: por que motivos essa pessoa não se importa em estudar a forma correta de uma língua estrangeira, não se questionando sobre o fato de não precisar usa-la na rua, mas não vê necessidade em aprender a forma culta do nosso português?
Fatos como esse nos fazem crer que aprender a escrever não está entre as principais obrigações dos brasileiros. E para mudar essa desagradável situação, deve-se partir do princípio de que apenas se fazer entender não basta, devemos saber como nos fazer entender, pondo os devidos pingos nos “is”. Explico: sair de casa com o zíper da calça aberto você não pode fazer, mas mandar uma carta contendo erros que chegam a ofender a cultura da língua do nosso país pode? Isso é no mínimo estranho.
Aprender a forma culta e correta da nossa linguagem é questão de preservação cultural de um país tão cheio de riquezas. Deve ser essencial a todo brasileiro. Trata-se de uma questão de puro bom senso.
Eae povo, blz? Bom, em primeiro lugar eu queria agradecer a todos que visitaram o blog e principalmente aos que comentaram.
Bom, o texto que publico hoje é outra redação para o colégio. Nela, a gente deveria escrever sobre os vários tipos de personalidades e "eus" que todos possuem. Comentem, abraços!
O eu que não é meu
Quantas vezes você já não se pegou pensando em algo que queria ter feito, mas não fez? Ou então em algo que queria ser, mas não é? Pois é, a vida nos proporciona situações e fatos como esses. A vontade de ser diferente e/ou de conseguir fazer algo que não temos capacidade (seja por qual motivo for), entra, na maioria das vezes, em conflito com o que somos realmente, ou seja, o nosso aparente “eu”. E não se pode negar: como seria sem graça se pudéssemos ser exatamente o que gostaríamos, vivendo uma vida premeditada por não nos decepcionarmos nunca com nós mesmos, sendo simplesmente perfeitos ao nosso ver.
Eu, por exemplo, não sou o verdadeiro “eu” que eu gostaria de ser, mas, se fosse, faria tudo o que quero e desejo, sem medo de nada. Agiria livre e espontaneamente, vivendo intensamente cada momento da minha vida. Não deixaria me levar pelo que escuto dos outros a respeito do que faço e do que sou; quando falassem mal de mim, viraria o rosto e seguiria em frente. Quando me deparasse com algum problema, levantaria a cabeça, respiraria fundo e já estaria pronto para outro desafio. Deixaria a vida me levar, sem deixar me abalar por algo, muitas vezes, insignificante. Diria a todas as pessoas o que penso e o que tenho entalado na garganta por causa de uma timidez e de um medo de possíveis conseqüências. Pensaria somente no presente e no dia de hoje.
Porém, esse “eu” não sou eu, esse “eu” não é meu - ao menos não na maior parte do tempo. Às vezes, sinto-me como um pequeno animal acuado, com medo de tudo e de todos. Procuro, então, esconder-me e ficar a sós, na companhia apenas de alguma música que consiga me fazer esquecer do que me rodeia. Tenho um nível de ansiedade e nervosismo elevado e, quando preciso fazer algo que envolva comunicação, acabo não tendo capacidade às vezes. Sou tímido, inseguro e pessimista; não tenho auto-confiança nem paciência. Tudo o que não gostaria de ser, posto que meu eu aparente clama pelo “dom” da espontaneidade do meu eu interior.
Contrapondo tudo isso, porém, às vezes consigo me controlar e ter alguns instantes que me proporcionem felicidade por saber (ou ao menos imaginar) que consegui mudar. Não que eu não seja feliz sendo o eu que sou, mas creio que a felicidade poderia me acompanhar mais facilmente se a pessoa que se esconde dentro de mim viesse à tona. Particularmente, não conheço a “fórmula da mudança de personalidade”, mas acho que conhecer a sua própria já é um grande passo, sendo que o primeiro é sempre o mais importante deles. Todos conhecem a si melhor do que ninguém, portanto, uma mudança (se necessária) só pode começar por si próprio, quando conhecer seu interior e souber como é o eu que não é seu.
Eae povo, blz? Bom, vou explicar o que se sucede: como sempre gostei de escrever e também pretendo me formar em jornalismo, resolvi criar este blog, para publicar alguns dos meus textos (pessoais e redações). Portanto, se alguém se interessar (hehe), leiam os textos e se quiserem (e eu ficarei muito agradecido se fizerem, hehe) podem comentar tá? Sei lá, falem qualquer coisa, pode ser opinião sobre o próprio texto, sei lá...e acho q já falei demais, então vamos ao primeiro (de muitos, creio eu) dos textos...
Esta é uma redação que eu fiz para o colégio... a proposta da redação era fazer uma crítica a uma pesquisa (que vocês entenderão lendo a redação)... resumidamente é isso... bom, muito obrigado a todos que acessarem! Abraços!
O capitalismo pessoal
Vivendo hoje em um mundo exclusivamente capitalista, torna-se até mesmo compreensível o fato das pessoas se preocuparem mais com o que os outros têm do que com o que elas próprias possuem (ou são). A constante busca por mais poder, riqueza e sucesso que alguém acaba sendo muitas vezes um objetivo a ser alcançado sob qualquer custo e circunstância, tornando-se, assim, uma meta pessoal de vida. E não é só no nosso dia-a-dia que isso é demonstrado.
No ano passado, a novela Celebridades, da Rede Globo, obteve picos de audiência ao levar para a televisão uma novela tratando desse assunto - mesmo que ela tenha retratado também com bastante ênfase o assunto da vingança pessoal. Na novela, a vilã Laura faz de tudo para conquistar o que é da “mocinha” Maria Clara e posteriormente conseguir ainda mais posses, podendo, dessa forma, enxergar-se no topo e se sentir “superior”.
E escrevi tudo isso apenas para comentar uma pesquisa onde a maioria das pessoas disse preferir ganhar R$50 mil se todas as outras ganhassem R$25 mil, do que ganhar R$100 mil se todas as outras ganhassem R$200 mil. Para mim não há nenhum espanto, visto que isso acaba sendo somente uma das conseqüências do mundo atual. Fazendo um resumo de tudo, pode-se dizer que o capitalismo pessoal leva as pessoas a quererem sempre mais, mas de acordo com o que os outros possuem, uma vez que é preciso uma base para saber o que é mais que a mesma. É como o óbvio: para saber que dois é mais que um, precisamos ter o um. E para mudar isso, só mudando o mundo.
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